Cultura do Reggae sergipano é destacada pela vereadora professora Sonia Meire
por Manuella Miranda- Assessoria de Imprensa do Parlamentar
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publicado
12/05/2026 12h33,
última modificação
12/05/2026 12h33
A vereadora professora Sonia Meire (PSOL) utilizou a tribuna nesta terça-feira (12), durante o grande expediente na Câmara Municipal de Aracaju (CMA), para destacar a importância e a valorização da cultura do reggae sergipano. Diversos representantes do Fórum do Reggae Sergipano estiveram presentes na galeria da Câmara e conversaram com a parlamentar sobre as ideias de projetos para que esta cultura possa ser difundida em espaços públicos e escolas municipais na cidade de Aracaju.
“Nós estamos hoje aqui na Câmara com pessoas que fazem parte do movimento do Fórum do Reggae Sergipano. São musicistas, pessoas que produzem cultura, que produzem vida e que estão também em todos os espaços do nosso estado e da nossa capital. Existe uma lei nacional e municipal que defende o reggae e a sua cultura, e eu quero aqui, em nome de Ana Paula, agradecer a presença de todas essas pessoas que produzem a cultura do reggae, a ancestralidade e a resistência. Esse grupo veio apresentar um projeto que defende a importância de recursos públicos serem aplicados para construção de espaços educativos e de desenvolvimento da cultura do reggae na nossa cidade. Temos projetos de lei aprovados, mas eles não têm financiamento público, nem as escolas recebem financiamento, nem por meio de emendas parlamentares, para contribuir com a cultura do reggae”, disse Sonia Meire.
A vereadora destacou também que essas pessoas defendem além dos eventos musicais, que seja realizado todo um trabalho através de oficinas, de rodas de conversa, estando presente na rede de ensino municipal de Aracaju, como existe outras culturas. “O reggae, além de ser um desenvolvimento de uma cultura e de uma mentalidade de uma cultura da paz, também contribui para movimentar a economia criativa e local, através das feiras afros. O reggae não tem sido valorizado na nossa cidade com políticas públicas, e nós orientamos que eles solicitassem um espaço para tribuna livre para que os parlamentares possam ouvir diretamente daqueles que produzem esta cultura tão linda e rica, que estimula a paz, o entendimento da ancestralidade, e uma cultura antirracista, que precisa continuar avançando no nosso país”.