Ato do 01 de maio contará com a presença da vereadora professora Sonia Meire  

por Assessoria de Imprensa do Parlamentar — publicado 30/04/2026 11h14, última modificação 30/04/2026 11h14
Ato do 01 de maio contará com a presença da vereadora professora Sonia Meire  

Foto: Assessoria Parlamentar

Nesta sexta-feira, 01 de maio, Dia Internacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras, acontecerá, na zona norte de Aracaju, a Marcha da Classe Trabalhadora de Sergipe, e a vereadora professora Sonia Meire (PSOL) estará presente. O ato político e cultural reunirá centrais sindicais, movimentos sociais, partidos políticos, coletivos de mulheres e do movimento estudantil, em defesa de direitos sociais e trabalhistas. A concentração será às 08h, na praça José Andrade Góis, no bairro 18 do Forte, em direção à ponte do bairro Industrial. Ao fim da caminhada, a programação contará com intervenções culturais e musicais no Armazém do Campo.

 
“Convido trabalhadoras e trabalhadores para marcharem conosco no ato do 01 de maio. Nós estamos em uma luta para garantir direitos e, nesta sexta-feira, estaremos nas ruas na Marcha da Classe Trabalhadora de Sergipe. Vamos fortalecer a luta a favor da escala 6x1, diminuindo a jornada de trabalho sem diminuir os salários. E aqueles que estão contra, que argumentam que vai aumentar o desemprego, estão mentindo. Todas as vezes que nós lutamos para garantir direitos e vida digna aos trabalhadores, há sempre aqueles que reclamam, que não defendem a dignidade para todos, e querem se aproveitar a partir da exploração do trabalho humano. Sigamos firmes, amanhã estaremos nas ruas e, depois em um ato cultural, festejando as nossas vidas, e quem mais produz a riqueza do nosso país”, disse a vereadora.
 
O ato levará às ruas a manifestação pelo fim da escala 6x1, pela redução da jornada de trabalho sem redução salarial, pelo enfrentamento às organizações sociais e terceirizações na saúde pública, pela regulamentação do trabalho por aplicativos e pela garantia dos direitos trabalhistas. Também será denunciado o caos da falta de água em Sergipe após a privatização da DESO, a luta pelo fim do feminicídio, pelo combate às violências contra as mulheres e pela criminalização da misoginia.