“Quem paga é o povo”: Breno Garibalde reage à falta de investimento ambiental

por Nayana Araujo - Assessoria de Imprensa do Parlamentar — publicado 03/03/2026 13h18, última modificação 03/03/2026 13h18
“Quem paga é o povo”: Breno Garibalde reage à falta de investimento ambiental

Foto: Luanna Pinheiro

O vereador Breno Garibalde postou em suas redes sociais um vídeo em tom de desabafo e cobrança sobre as tragédias provocadas pelas emergências climáticas em Sergipe e em diversas regiões do país. Na publicação, ele critica a postura de parlamentares que, segundo ele, ignoram a pauta ambiental no orçamento público, mas aparecem nas redes sociais em momentos de calamidade.  
 
“Estamos em 2026 e a gente ainda tá falando sobre chuva e inundação”, disse Breno, rebatendo as críticas sobre sua atuação ambiental na Câmara de Aracaju. “Ainda reclamam que eu só falo de meio ambiente, só planto árvores, só falo de chuva. Querem que eu fale de quê? Com o estado de Sergipe e várias partes do país se acabando em água e um monte de gente morrendo, porque ninguém encara com seriedade a pauta ambiental!”, declarou Breno, em tom de revolta.  

Na publicação, Breno faz referência direta ao comportamento de parte da classe política diante das enchentes e alagamentos. “Na hora que as tragédias acontecem, chove político fazendo vídeo bonitinho, levando e pedindo doação. Mas, na hora de encaminhar verbas e aprovar projetos que protejam nossas matas, nossas águas, pensar em arborização urbana e em plano de combate às emergências climáticas, não aparece ninguém”, criticou.  

O vereador também questionou a destinação de recursos públicos para a área ambiental. Segundo ele, a bancada sergipana no Congresso Nacional não destinou emendas para o meio ambiente.  

“Sabe quantos reais a bancada sergipana encaminhou para o meio ambiente? Zero. E quem paga a conta? O povo mais vulnerável, que paga impostos e é o primeiro a morrer quando a água sobe”, afirmou. 

A fala reforça a defesa que Breno tem feito de políticas estruturantes, como investimentos em preservação de áreas verdes, recuperação de nascentes, arborização e elaboração de planos municipais de enfrentamento às emergências climáticas. Para o parlamentar, a prevenção custa menos do que lidar com os danos após as tragédias. “Quando será que vão entender que prevenir é muito mais barato do que remediar?”, pontuou.