Sonia Meire prestigia inauguração da Casa da Mulher Brasileira em Aracaju
por Assessoria de Imprensa do Parlamentar
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publicado
02/06/2026 11h19,
última modificação
02/06/2026 11h19
Na última segunda-feira, dia 01, aconteceu em Aracaju, no bairro Capucho, a inauguração da Casa da Mulher Brasileira, e a vereadora professora Sonia Meire (PSOL) participou da abertura desse equipamento fundamental para o acolhimento, assistência, proteção, orientação e garantia de direitos das mulheres sergipanas em situação de violência. A parlamentar inclusive utilizou a tribuna, durante o pequeno expediente nesta terça-feira (02), para destacar esse momento importante para nossa cidade e para contribuir com o combate ao feminicídio.
“Nós recebemos aqui a ministra Márcia Lopes, que esteve em Aracaju para inaugurar a Casa Brasileira, e como também procuradora da mulher na Câmara, estive junto com a vereadora Selma França nesta inauguração. E eu gostaria de falar sobre a importância do pacto federativo, e a Câmara Municipal precisa também juntar-se à Prefeitura de Aracaju, o Governo do Estado e o Governo Federal neste pacto para proteger nossas mulheres. Iremos discutir como a procuradoria entrará com uma proposta para que a Câmara também esteja presente, em proteção das mulheres. Essa é uma pauta histórica dos movimentos feministas e sociais, e eu não poderia deixar de estar presente neste momento tão importante. E nós seguiremos firmes na luta, esperamos que este lugar seja mais um espaço de resistência, acolhimento e garantia de direitos”, disse Sonia Meire.
A inauguração da Casa Brasileira representa uma importante conquista da luta das mulheres e passa a oferecer atendimento integrado e humanizado, funcionando 24h. A ministra das mulheres, Márcia Lopes, esteve presente na inauguração reforçando o compromisso do Governo Federal com a ampliação e o fortalecimento das políticas públicas em defesa da vida, da autonomia e dos direitos das mulheres. Aracaju passará a contar com uma estrutura pioneira para o acolhimento de mulheres que necessitem de proteção e acompanhamento, com permanência de até 48 horas, estejam elas acompanhadas de seus filhos ou não.