Presidente da CMA retornou à Tribuna para cobrar fiscalização no recapeamento asfáltico da avenida Tancredo Neves

por Maria Isabel Chaves, da Agência Câmara Aracaju — publicado 27/02/2024 10h52, última modificação 27/02/2024 10h52
Desta vez, o parlamentar fez questão de trazer vídeos para ilustrar sua fala
Presidente da CMA retornou à Tribuna para cobrar fiscalização no recapeamento asfáltico da avenida Tancredo Neves

Foto: Gilton Rosas

 O presidente da Câmara Municipal de Aracaju (CMA), vereador Ricardo Vasconcelos (Rede), retornou à Tribuna na manhã desta terça-feira, 27, para cobrar explicações sobre o recapeamento do asfalto na Avenida Tancredo Neves. O parlamentar já havia demonstrado preocupação anteriormente e, desta vez, trouxe vídeos para ilustrar sua fala. No vídeo, já é possível ver buracos e fissuras na avenida que passou por recentes obras.


“Fiz questão de trazer o vídeo para mostrar que nossa preocupação é verdadeira. As chuvas ainda não começaram e já estamos tendo erosões, imaginem o que sobrará da nova Tancredo Neves no inverno. Reafirmo que a culpa não é de Edvaldo, não é de Ferrari e nem nossa. Porém, é necessário que haja fiscalização da Emurb, para que o gasto do dinheiro público não seja em vão, e as próximas gestões municipais não precisem gastar novamente com o mesmo problema”, apontou. 

O presidente ressaltou ainda que é preciso ter atenção com os gastos públicos. “Tenho minhas ressalvas em tirar um asfalto que ainda estava em condições transitáveis, enquanto na cidade temos outros locais que ainda estão em lama ou paralelepípedo”, disse. 

Por fim, Ricardo Vasconcelos pontuou que, muitas vezes, as gestões buscam os menores preços, sem pensar na qualidade e no futuro. O vereador deu como exemplo positivo os locais da  BR 101 reformados pelo Exército utilizando concreto. “Eu sei que não temos recursos suficientes para gastar muito dinheiro. Então, façamos menos e com mais qualidade. Se não, o barato sai caro. Há tempos falamos que as obras públicas no Brasil são refeitas 3 ou 4 vezes por causa dessas incompetências administrativas”, enfatizou.