Lúcio Flávio responde a militantes de esquerda na tribuna da Câmara
Ao final de seu discurso, na manhã da última quarta-feira (19), o vereador Lúcio Flávio utilizou seu tempo no pequeno expediente para criticar as comemorações da esquerda em razão da denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República contra o ex-presidente Jair Bolsonaro. O parlamentar defendeu a inocência do ex-mandatário e dos manifestantes do dia 8 de janeiro de 2023.
Na tribuna, Lúcio Flávio exibiu um vídeo criticando o que classificou como comemorações infundadas: “Eu vi um grupo celebrar, recentemente, uma denúncia mofada, cafona, antiga; acerca de um golpe que nunca existiu e nem vai existir. Procuradoria-Geral da República falando deste assunto, agora no momento em que o governo federal caduca, tropeça, submerge, se desmonta e aí a gente vê a Procuradoria-Geral falar de uma denúncia de 2022, agora extemporânea em 2025.” – criticou o parlamentar.
Lúcio Flávio apontou uma contradição no discurso da esquerda: “É desde aquele 1º de janeiro de 2019 que a gente vê uma sanha persecutória. Bastou esse homem botar a faixa no peito. A turma (da esquerda) está sonhando e delirando com a prisão (de Jair Bolsonaro). Eu vi essa mesma turma torcer contra quando se tratava de um ex-presidente, atual presidente (Lula), condenado em todas as instâncias jurídicas possíveis do nosso país. Com delações premiadas confessando o crime e prometendo devolução de dinheiro.”
Concluindo, Lúcio defendeu a anistia aos manifestantes do 8 de janeiro: “Eu via uma turma que torcia para essa pessoa não ser presa e sair da cadeia, mas hoje uma pessoa que não tem nenhuma condenação e a turma torcendo pela prisão de senhoras como essa (vereador apontou para a tela onde era exibido um vídeo dele com uma senhora conhecida por carregar uma Bíblia e orar em movimentos da direita em Brasília), acusando essas pessoas de golpe com Bíblia. Um golpe de Estado com uma Bíblia, com um terço. Eu queria dizer para essa turma que não se assanhe demais não, olha como está o preço da gasolina, do café, do dólar. É melhor vocês sonharem com algo mais real, mais contemporâneo do que esse desejo mofado, cafona, esdrúxulo que não para de pé!” – finalizou Lúcio Flávio.