Carlito Alves fala sobre o julgamento do STF

por David Almeida e Leilane Coelho — publicado 04/04/2018 12h00, última modificação 04/04/2018 20h54
Carlito Alves fala sobre o julgamento do STF

Foto: Gilton Rosas

Na manhã desta quarta- feira, 4, o vereador Carlito Alves (PRB), durante o Grande Expediente  falou sobre o julgamento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que acontece hoje. “Hoje é um dia muito especial, pois o judiciário vai dizer se o crime compensa ou não, e que o povo sergipano fique atento, porque hoje o Brasil pode mudar a sua história, podendo até fechar as casas legislativas. Quem sabe do futuro? Só Deus e o povo brasileiro”.

O parlamentar também parabenizou o excelente trabalho desenvolvido pelo Ministério Público, que vem interferindo em diversas situações. “Parabenizar o Ministério Público, esse órgão fiscalizador que não é perfeito, mas tem moralizado e colocado um pouco de medo, dúvida em muitas cabecinhas e em muitos outros órgãos, como o executivo e o legislativo.  Mudou muita coisa, depois que o órgão tomou a iniciativa de se intrometer onde não deveria ter se intrometido”.

Ao se referir à situação política do país, o parlamentar falou sobre as mudanças que aconteceram. “Quando eu era jovem, nos anos 70, estudava no colégio Dr. Manuel Luiz, e eu ia muito feliz para casa quando eram os militares que tomavam conta desta nação”. “Parabenizo o vereador Américo de Deus (Rede), pela iniciativa junto ao Banese em trazer informações completas sobre a máquina de radioterapia que já está comprada e não funciona. Isso é falta de amor, isso não é cuidar do povo”, explanou o parlamentar.

Aparte

Em aparte o vereador Elber Batalha (PSB), aproveitou para esclarecer algumas informações a cerca do julgamento. “Sem maiores pretensões, venho trazer um pouco de luz sobre os equívocos do julgamento, independente do resultado desse julgamento, ele poderá ser preso ou solto, apenas é discutida uma situação. Até 2016 só se podia- em regra- prender alguém por sentença definitiva, por tramite julgado pela sentença. Em 2016 de forma equivocada, o Supremo Tribunal Federal (STF), mudou o entendimento, ou seja, a politização do judiciário”.