Breno Garibalde denúncia crime ambiental no Rio Japaratuba
por Assessoria de Imprensa do Parlamentar
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publicado
11/03/2026 11h44,
última modificação
11/03/2026 11h44
Durante visita ao povoado Aguilhadas, no município de Pirambu, o vereador Breno Garibalde ouviu relatos de pescadores, pescadoras e marisqueiras sobre um crime ambiental no Rio Japaratuba. A comunidade denuncia o despejo recorrente de resíduos no rio, que estaria provocando a morte de peixes e afetando também o mar na região.
Segundo os trabalhadores da pesca, o problema ocorre há anos. Durante a visita do parlamentar, moradores relataram que a água estava escura e com espuma, além de peixes mortos aparecendo no rio.
“É lamentável o que está acontecendo em Pirambu, no Rio Japaratuba. Hoje estive no povoado Aguilhadas conversando com pescadoras e marisqueiras que relatam que essa não foi a primeira vez: todo ano esses resíduos são jogados no rio e matam os peixes”, afirmou Breno Garibalde.
De acordo com o parlamentar, além da mortandade de peixes, a comunidade também enfrenta outros problemas ambientais na região, como descarte irregular de esgoto e o bloqueio de acessos das comunidades tradicionais ao rio e ao mangue.
“Tem gente achando que porque comprou terra na beira do rio é dono do rio e do mangue. O acesso não pode ser fechado. Tem que haver passagem para que as pessoas continuem trabalhando e sobrevivendo”, pontuou.
Embora não haja confirmação oficial sobre a origem dos resíduos, pescadores e marisqueiras da região apontam que o material pode estar relacionado a usinas de cana-de-açúcar instaladas no entorno. “Não se pode provar de onde estão vindo esses resíduos tóxicos, se é somente esgoto ou se tem mais alguma coisa, mas todos os pescadores denunciam que pode ser de usinas”, destacou o vereador.
Para quem depende do rio para sobreviver, a situação é desesperadora. Um pescador da comunidade relatou a perda gradual das áreas de pesca e a ausência de fiscalização.
“A única certeza que o pescador tem hoje é que a gente está perdendo nossas áreas pesqueiras. Têm rios tapados, não vemos órgão nenhum protegendo o pescador. Está cada vez mais difícil arrumar o que comer no rio”, afirmou.
A pescadora Rosemeire também relatou a frustração da comunidade diante da repetição do problema. “A única certeza que temos hoje é que tão cedo a gente não tira mais um peixe daquele rio. Todo ano a gente bate na mesma tecla e cada ano piora”, disse.
Já a pescadora Zuleide afirmou que os impactos ambientais ameaçam diretamente a continuidade da atividade pesqueira na região. “Hoje querem que a nossa classe seja extinta, porque estão acabando com nossas áreas pesqueiras e restringindo a quantidade de pescadores”, lamentou.
Diante das denúncias, Breno Garibalde questionou a ausência de ações efetivas dos órgãos responsáveis pela fiscalização ambiental. “São muitos crimes ambientais acontecendo debaixo do nariz de todo mundo. A pergunta que fica é: será que dessa vez vão agir de fato?”, concluiu.
Segundo os trabalhadores da pesca, o problema ocorre há anos. Durante a visita do parlamentar, moradores relataram que a água estava escura e com espuma, além de peixes mortos aparecendo no rio.
“É lamentável o que está acontecendo em Pirambu, no Rio Japaratuba. Hoje estive no povoado Aguilhadas conversando com pescadoras e marisqueiras que relatam que essa não foi a primeira vez: todo ano esses resíduos são jogados no rio e matam os peixes”, afirmou Breno Garibalde.
De acordo com o parlamentar, além da mortandade de peixes, a comunidade também enfrenta outros problemas ambientais na região, como descarte irregular de esgoto e o bloqueio de acessos das comunidades tradicionais ao rio e ao mangue.
“Tem gente achando que porque comprou terra na beira do rio é dono do rio e do mangue. O acesso não pode ser fechado. Tem que haver passagem para que as pessoas continuem trabalhando e sobrevivendo”, pontuou.
Embora não haja confirmação oficial sobre a origem dos resíduos, pescadores e marisqueiras da região apontam que o material pode estar relacionado a usinas de cana-de-açúcar instaladas no entorno. “Não se pode provar de onde estão vindo esses resíduos tóxicos, se é somente esgoto ou se tem mais alguma coisa, mas todos os pescadores denunciam que pode ser de usinas”, destacou o vereador.
Para quem depende do rio para sobreviver, a situação é desesperadora. Um pescador da comunidade relatou a perda gradual das áreas de pesca e a ausência de fiscalização.
“A única certeza que o pescador tem hoje é que a gente está perdendo nossas áreas pesqueiras. Têm rios tapados, não vemos órgão nenhum protegendo o pescador. Está cada vez mais difícil arrumar o que comer no rio”, afirmou.
A pescadora Rosemeire também relatou a frustração da comunidade diante da repetição do problema. “A única certeza que temos hoje é que tão cedo a gente não tira mais um peixe daquele rio. Todo ano a gente bate na mesma tecla e cada ano piora”, disse.
Já a pescadora Zuleide afirmou que os impactos ambientais ameaçam diretamente a continuidade da atividade pesqueira na região. “Hoje querem que a nossa classe seja extinta, porque estão acabando com nossas áreas pesqueiras e restringindo a quantidade de pescadores”, lamentou.
Diante das denúncias, Breno Garibalde questionou a ausência de ações efetivas dos órgãos responsáveis pela fiscalização ambiental. “São muitos crimes ambientais acontecendo debaixo do nariz de todo mundo. A pergunta que fica é: será que dessa vez vão agir de fato?”, concluiu.