Mães e avós contam com o apoio da Professora Ângela Melo para lutar pela matrícula das crianças nas escolas e creches de Aracaju

por Paulo Victor Melo - assessoria de imprensa da parlamentar — publicado 28/10/2024 07h00, última modificação 04/11/2024 15h21
Mães e avós contam com o apoio da Professora Ângela Melo para lutar pela matrícula das crianças nas escolas e creches de Aracaju

Foto: assessoria da parlamentar

Reafirmando o seu compromisso com a educação pública gratuita e de acesso universal, a vereadora Professora Ângela Melo (PT) voltou a denunciar, na manhã desta terça-feira, 14/02, o descaso da Prefeitura de Aracaju em relação à matrícula nas escolas e creches da rede pública municipal.

No plenário do Legislativo municipal, a parlamentar exibiu vídeos de mães e avós que não estão conseguindo garantir as matrículas dos seus filhos e netos, seja por meio do portal online criado pela Secretaria Municipal de Aracaju, seja presencialmente.

“Eu tentei fazer a matrícula online e não consegui, o sistema travou. Então cheguei aqui na escola para ver se alguma mãe havia desistido para eu conseguir uma vaga”, declarou uma mãe, na porta da Escola Municipal de Educação Infantil Dr. José Calumby Filho, localizada no bairro 17 de Março.

“Tá difícil vaga. Vim aqui e não consegui. O rapaz me deu esse papel e disse que era para eu ver nesse site”, disse uma avó que está sem conseguir matricular a neta na creche.

Para a vereadora Professora Ângela Melo, que está visitando as unidades escolares da rede pública de Aracaju e dialogando com mães, pais, avós, avôs e outros adultos responsáveis pelas crianças, não garantir vagas na educação infantil ocasiona uma série de consequências.

“A primeira é a evasão escolar, que prejudica a aprendizagem e o desenvolvimento das nossas crianças. A segunda consequência é o aumento do desemprego, porque os adultos precisam ficar em casa com os filhos. A terceira é o aumento da fome, afinal criança sem escola e adultos sem emprego significam famílias mais empobrecidas”, criticou.

Além de ir presencialmente às creches e escolas, a vereadora está, desde o ano passado, adotando uma série de medidas e cobrando providências da Prefeitura.

“Essa situação foi objeto de uma audiência que tive em maio de 2022 com Orlando Rochadel, promotor de Justiça do Ministério Público de Sergipe. E lembro que há uma Ação Civil Pública a respeito, mas nada foi feito efetivamente por Edvaldo Nogueira”, ressaltou Ângela.