Linda Brasil lamenta ausência de representante da PMA em Audiência Pública sobre transportes

por Laila Batista, Assessoria de Imprensa da parlamentar — publicado 28/10/2024 07h00, última modificação 28/10/2024 15h45
Linda Brasil lamenta ausência de representante da PMA em Audiência Pública sobre transportes

Assessoria da parlamentar

Na manhã desta segunda-feira, 24, a vereadora participou da Audiência Pública que discutiu as medidas adotadas pela Prefeitura Municipal de Aracaju em relação ao transporte público desde o início da pandemia. O evento ocorreu a pedido do vereador Ricardo Marques (Cidadania).
Durante sua fala, Linda lamentou a ausência de representes da prefeitura, através da SMTT. A ausência desta representação revela o quanto não é uma preocupação do poder Executivo Municipal a discussão de saídas para os problemas que estão sendo vividos pela população que usa os ônibus em nossa capital.

Para a parlamentar, medidas estão sendo iniciadas com mais de um ano de atraso e por pressão. A própria vereadora realizou indicação à prefeitura com sugestão de 11 medidas para serem adotadas. Algumas delas, como distribuição de álcool em gel, limpeza dos ônibus e escalonamento dos horários do comércio foram adotadas. “Infelizmente, ainda vemos terminais cheios, a falta de equipamento de segurança para os/as trabalhadores/as do setor, a medição de temperatura de cada passageiro ainda não vemos com efetividade sendo cumprido”, enfatizou.

Linda denunciou as condições inadequadas de circulação do transporte coletivo de passageiros, para o momento de pandemia, lamentando que haja quem negue que isto cause impacto no aumento de casos de COVID. “É inconcebível alguém dizer que os ônibus que, em certos horários estão cheios como ‘latas de sardinha’, não sejam vistos como local de transmissão e de propagação do vírus. Isso é um negacionismo perigoso!", disse.
Na visão da parlamentar, as pautas da população, infelizmente, têm sido ignoradas pela atual gestão. Ela aproveitou a ocasião para denunciar a violência sofrida pelas famílias da ocupação João Mulungu, que foram violentamente despejadas, com várias infrações cometidas contra os direitos humanos, em plena pandemia. Foram retiradas de maneira agressiva de um imóvel que tem mais de 10 milhões em dívidas de impostos e não cumpre função social. “Seja no transporte ou na moradia, a população, principalmente as pessoas mais vulneráveis de nossa cidade, vêm sofrendo várias violências. Vou ocupar os espaços para denunciar e exigir soluções”, afirmou.