Elber volta a cobrar que a Operação Caça-Fantasmas também investigue a gestão de Edvaldo Nogueira

por Luciana Gonçalves, Assessoria de Imprensa do parlamentar — publicado 24/04/2018 11h55, última modificação 24/04/2018 12h58
Elber volta a cobrar que a Operação Caça-Fantasmas também investigue a gestão de Edvaldo Nogueira

Foto: Gilton Rosas

O vereador Elber Batalha (PSB) voltou a falar na Câmara Municipal de Aracaju (CMA) na manhã desta terça-feira, 24, sobre as mentiras da gestão do prefeito Edvaldo Nogueira e da urgente necessidade de uma investigação mais profunda da Operação Caça-Fantasmas também na atual gestão do prefeito do PCdoB.

De acordo com Elber, as mentiras de Edvaldo perpassam por diversas áreas da Prefeitura de Aracaju. “É mentira em relação ao número de cargos comissionados, são subterfúgios jurídicos usados para não pagar as horas extras dos servidores. Em vários pontos o Estatuto do Servidor é dúbio, e a Prefeitura, a cada momento, o usa com orquestra melhor lhe aprouver”, disse.

O líder do PSB na Câmara, mais uma vez, voltou a cobrar que as investigações da Operação Caça-Fantasmas, que investiga a administração do ex-prefeito João Alves Filho, venha também para a administração do prefeito Edvaldo Nogueira. “Se João Alves tinha fantasmas em sua gestão e gastava R$5 milhões/mês de cargos, a gestão de Edvaldo Nogueira já se aproxima a R$6 milhões/mês em cargos comissionados. Inclusive, segundo a própria promotora que investiga o caso, tem fantasma que tá assombrando desde a gestão passada e nem exonerado foi, continua vagando pelos corredores da Prefeitura da mesma forma. Não dá para tratar com dois pesos e duas medidas. Há quem diga, inclusive, que o afastamento do ex-secretário de governo não foi para ser marqueteiro de campanha, como foi dito. Foi porque aquela secretaria era o foco da grande maioria dos cargos fantasmas da Prefeitura de Aracaju. Esse assunto tem que vir à tona. Não defendo execração pessoal de quem quer que seja, mas defendo que coletivamente as situações têm que ser esclarecidas, independentemente de quem seja”.