Bittencourt está preocupado com a venda de carne nas feiras livres da capital

por Escrito por Acácia Merici, Assessoria de Imprensa do parlamentar — publicado 29/11/2017 03h00, última modificação 29/11/2017 13h47
Bittencourt está preocupado com a venda de carne nas feiras livres da capital

Gilton Rosas

Na Tribuna da Câmara Municipal de Aracaju (CMA) desta quarta-feira, 29, o vereador Professor Bittencourt (PCdoB) falou da sua preocupação com as feiras livres de Aracaju (especialmente em relação ao armazenamento de carnes e aves) e dos matadouros no estado.
 
“Tenho acompanhado muitas matérias e manifestações de aracajuanos em redes sociais em relação às feiras, abatedouros e matadouros, principalmente com o foco nas questões de higiene. Vi fotos de espaços absolutamente insalubres e inconvenientes, além de espaços completamente inadequados para abate e comercialização de carnes para consumo humano”, chamou a atenção o líder do prefeito na Câmara. 
 
Bittencourt destacou a ação de fiscalização da Prefeitura de Aracaju, através da Vigilância Sanitária Municipal, onde identificou irregularidades em 11 feiras livres da capital a exemplo da inadequada manipulação das carnes, falta de higiene no ambiente de exposição dos produtos, descarte incorreto de resíduos, entre outros. “Esse é um problema de saúde pública. Precisamos cada vez mais nos envolver com isso e levar à Câmara essa preocupação. A Vigilância Municipal fez relatórios para a Emsurb, órgão que administra as feiras livres. Já conversei com a direção da Emsurb que informou que há uma licitação em andamento para a compra de equipamentos de refrigeração e acomodação adequada de carnes nas feiras da cidade de Aracaju”, afirmou.
 
Bittencourt alertou, também, sobre forma de abate, que é completamente fora dos padrões e fugindo do bem-estar animal. “É uma carnificina. As pessoas ficam chocadas com as fotos, imagine vendo pessoalmente. Precisamos nos debruçar com mais atenção sobre isso. Como representante do Executivo, sei das responsabilidades e me somo como elemento de cobrança. É preciso fiscalizar a origem das carnes, o transporte, a comercialização, o armazenamento e até o descarte. Coloco-me à disposição para ser o interlocutor entre a população, os órgãos de controle e fiscalização, além da Emsurb, Emdagro e Vigilância Sanitária”, pontuou.