Professora Ângela Melo denuncia perseguição a servidoras do INCRA e a lideranças quilombolas de Sergipe

por Paulo Victor Melo, Assessoria de Imprensa do parlamentar — publicado 25/11/2021 10h49, última modificação 25/11/2021 10h49
Professora Ângela Melo denuncia perseguição a servidoras do INCRA e a lideranças quilombolas de Sergipe

Foto: Gilton Rosas

Durante discurso no Plenário da Câmara Municipal de Aracaju, na manhã desta quinta-feira, 25, a vereadora Professora Ângela Melo (PT) repudiou as tentativas do Governo Federal de perseguição a servidoras do INCRA em Sergipe e de criminalização de lideranças quilombolas do estado.

De acordo com reportagem escrita pelo jornalista Rubens Valente e publicada ontem no Portal UOL, integrantes de comunidades quilombolas foram intimadas pela Polícia Federal a prestar depoimento depois que “o superintendente regional do Incra, Victor Alexandre Sande Santos, um advogado de fora dos quadros do órgão e que foi nomeado no cargo duas vezes pelo governo Bolsonaro, peticionou à PF para pedir investigação contra três servidoras do próprio Incra que liberaram ou concordaram com a liberação de créditos para mais de 2 mil famílias em territórios quilombolas que vivem em situação de vulnerabilidade social e insegurança alimentar”.

“O que está acontecendo é muito grave e demonstra mais uma vez a política de perseguição do Governo Federal contra servidoras públicas e de criminalização dos grupos mais vulnerabilizados”, criticou Professora Ângela Melo.

Para a parlamentar, que manifestou apoio às servidoras do INCRA e às lideranças quilombola, “as comunidades estão bastante apreensivas porque além de não terem políticas efetivas de combate à fome, agora são alvo de intimidações”.

Segue link para reportagem sobre o assunto: https://noticias.uol.com.br/colunas/rubens-valente/2021/11/24/policia-federal-intima-liderancas-quilombolas.htm?fbclid=IwAR2-YQG8lq9fJN7y3WQNF7LjX2SsUE6Un0qv5EaL7RwrhFW9w7a7oI3fPQA