Iran Barbosa defende concurso para nutricionistas e presença de fonoaudiólogos nas escolas

por George Washington Silva - Assessoria de Imprensa do Parlamentar — publicado 09/12/2025 15h19, última modificação 09/12/2025 15h19
Iran Barbosa defende concurso para nutricionistas e presença de fonoaudiólogos nas escolas

Foto: Assessoria de Imprensa do Parlamentar

O vereador Iran Barbosa (Psol) cobrou, nesta terça-feira (09), a realização de concurso público para nutricionistas, a fim de suprir as demandas por esses profissionais para atender a população nos diversos setores onde atuam e são necessários, a exemplo de escolas, hospitais, restaurantes populares e outros espaços de atendimento à população.  

O parlamentar abordou o tema ao destacar a sua participação na solenidade de formatura da primeira turma do Ensino Médio Integrado ao Curso Técnico em Nutrição e Dietética do Instituto de Educação Rui Barbosa (IERB), realizada no último dia 4/12, no Teatro Atheneu.  

“Fiquei muito honrado em ter participado dessa formatura da primeira turma de formandos do Curso Técnico em Nutrição e Dietética do Instituto de Educação Rui Barbosa, escola na qual dou aula, e quero parabenizar os formandos, aproveitando para cobrar dos nossos gestores, estadual e municipais, a realização de concursos nos mais variados municípios para colocar nutricionistas e técnicos em nutrição nos locais onde eles são indispensáveis”, afirmou.  

O parlamentar aproveitou a oportunidade, também, para, no Dia do/a Fonoaudiólogo/a, celebrado em 9 de dezembro, parabenizar a categoria e enfatizar a importância desses profissionais de saúde especializados na comunicação humana, nas várias áreas onde atuam. Iran defendeu a presença de fonoaudiólogos nas escolas.  

“Quem trabalha com a voz, como professores, repórteres e parlamentares, sabe que precisa cuidar bem da voz e sabe o quanto a atuação dos fonoaudiólogos é essencial; inclusive, sou daqueles que defendem que é preciso ter esses profissionais dentro das escolas, sobretudo porque há alunos neurodivergentes que chegam com dificuldade de fala e de comunicação e precisam de um acompanhamento mais especializado”, defendeu o parlamentar.